
O impresso à altura da instituição.
Exposição, sinalização, catálogo, material educativo: tudo isso carrega o nome de quem assina. A gente entrega com padrão de acervo e ainda leva a obra pro celular: uma etiqueta com QR vira áudio-guia, vídeo ou ficha técnica.
A obra acaba na parede. A experiência pode continuar no celular.
Museu, escola e instituição pública vivem de credibilidade, e um impresso mal acabado corrói isso rápido. A gente trata cada peça com padrão de acervo, e a camada digital transforma etiqueta e sinalização em ponto de acesso a conteúdo, acessibilidade e medição de público.
Da expografia ao catálogo de acervo.
Expografia com padrão de acervo.
Etiqueta de obra, sinalização ambiental e gráfica de exposição com a tipografia nítida e o substrato que o espaço pede. Material que aguenta o fluxo de visitação sem perder o acabamento.
A etiqueta que vira áudio-guia.
QR e RA embutidos na peça abrem conteúdo no celular do visitante: ficha técnica, vídeo, Libras e audiodescrição. Acessibilidade e profundidade sem poluir o espaço, e você ainda mede quantos acessaram cada obra.
O livro que sai com a marca da casa.
Catálogo de exposição, relatório institucional e material educativo com encadernação, papel e acabamento à altura do nome. Tiragem controlada, prazo combinado e cadeia de custódia FSC documentada.
Instituição, em números.
Cultura, na prática.
Ajuda muito. Um QR na etiqueta pode abrir audiodescrição, Libras e texto ampliado, sem ocupar espaço na parede. A obra ganha camadas de acesso para públicos diferentes.
Dá. Cada leitura vira um evento: quantas pessoas acessaram cada obra ao longo da exposição. É dado de público pra curadoria, patrocínio e prestação de contas.
Atendemos. São 50 anos de operação, com tiragem controlada, rastreabilidade por lote e documentação de cadeia de custódia do briefing à entrega.
Tem uma exposição ou material
que carrega o nome da instituição?
Manda o briefing. A gente devolve o protótipo físico rápido, antes da tiragem, com a camada digital pensada junto.