
A etiqueta que abre canal com o cliente.
No varejo, a peça sai da loja na sacola e some do seu radar. A gente conecta etiqueta, tag e embalagem pra autenticar o produto, reabrir a conversa depois da compra e te mostrar a ativação de cada campanha.
A venda não acaba no caixa. A etiqueta pode seguir trabalhando.
Cada peça vendida carrega uma etiqueta que o cliente leva pra casa. Conectada, ela prova que a peça é original, protege a marca do mercado paralelo, abre um canal direto e mostra pra você quem comprou e voltou a interagir.
Da etiqueta ao display de loja.
Cada peça com identidade própria.
Etiqueta com acabamento de marca e QR individual, um por peça, gerado direto da sua planilha. O cliente confirma que a peça é original apontando a câmera, e você abre um canal direto: garantia, conteúdo, nova coleção, tudo a partir da etiqueta. Quando o projeto pede, como em press kits e pilotos, a gente embute NFC.
A sacola que o cliente posta.
Embalagem, sacola e caixa de e-commerce com acabamento que rende foto e unboxing rastreável. A peça que chega na casa do cliente vira conteúdo espontâneo, e ainda captura dado pra marca.
A vitrine que vira canal.
Display, sinalização e material de ponto de venda com QR e RA que transformam a vitrine em canal. O relatório de ativação da campanha mostra quantos escanearam, quando e o que acessaram. Em projetos piloto, dá pra ler por ponto de venda.
Varejo, em números.
Varejo, na prática.
Não. A tag de experiência é independente do antifurto e do código de barras. Ela é lida pelo cliente com o celular, sem interferir na operação de loja.
Integra. Quem leu a tag e quando vira evento exportável pro seu CRM ou BI. O canal pós-venda passa a ter dado, não só palpite.
Funciona. A mesma identidade acompanha a peça no provador e na caixa de e-commerce, e o dado dos dois canais chega junto, na mesma base.
Tem uma coleção que merece
continuar conversando com o cliente?
Manda o briefing. A gente devolve o protótipo físico da peça rápido, antes da tiragem, com o plano de captura de dado junto.